Sinto-me deixada ao relento, à chuva a tudo o que isso possa significar... Sinto-me nua, vazia, a enfraquecer... Gostava de dizer-te várias vezes adoro-te e que nunca te esqueci, nem no passado, nem no presente... Hoje sinto uma necessidade bruta de te esquecer, de te apagar, apagar tudo o que diga respeito a ti... Mail, número de telefone tudo, até o teu nome... Fazer uma limpeza à memória... Que estupida paixão de adolescência... Escrevo aqui, mas escrevo por uma última vez... Não te quero ver, nem ouvir a tua voz... Quero estar só, a sentir o vento a passar-me pela cara, a chuva a cair pela minha cara, os olhos a chorarem por alguém que um dia te amou...
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
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